27.3.14

(The Originals World) Novidades no PaleyFest 2014 para a série

Mudanças em Klaus e Elijah

A redenção de Klaus e a ruína de Elijah parece ser [o destino] para onde estamos indo”, explicou Daniel Gillies (Elijah). E Klaus não acha nada mal essa transformação no irmão: “Ele gosta de ver Elijah aceitando o seu lado negro”, disse Joseph Morgan (Klaus).

A saída de Claire Holt

Apesar da notícia chocante de que não veremos a volta de Rebekah tão cedo em The Originals, a atriz garante que isso é “um hiato temporário”. “Estou a tirar umas breves férias, mas vou retornar à minha família em Nova Orleans”, afirma. Holt ainda explicou que essa reviravolta no enredo não aconteceu porque os produtores ficaram sem ideias ou porque ela foi demitida da série: ela apenas quis um pouco mais de tempo livre para rever as pessoas mais próximas, depois de tanto tempo sem poder lhes dar muita atenção. “Não estou pronta, de jeito nenhum, para deixar os Mikaelson”, disse a atriz, acrescentando que espera que ainda haja muitas histórias a serem contadas com Rebekah.

Paz não muito duradoura

O período de paz em Nova Orleans entre as facções sobrenaturais, que Elijah conseguiu estabelecer recentemente, pode não durar muito tempo. “Ele está começando a entender que há muito método na loucura de Klaus e que há um grau de caos que ele não pode evitar”, disse Gillies. “Acho que ele está a esperar resultados pobres, mas está dando às fações uma última oportunidade de fazer a coisa certa — que é do jeito dele”, completou o ator.

O futuro de Hayley

“Durante toda a sua vida, Hayley procurou uma família”, disse a intérprete Phoebe Tonkin. “Agora ela só está tentando organizar onde está a sua lealdade e pelo que ela quer lutar. Ela é uma mulher com a missão de proteger o seu bebé e proteger o que acha que é certo”.

Mais um crossover com Vampire Diaries? 

Quando perguntada sobre se havia planos de uma nova visita de alguém a Vampire Diaries, ou talvez um personagem da série-mãe vindo visitar The Originals, a produtora Julie Plec disse enigmaticamente: “Sim... Talvez... Não sei”.

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