19.12.13

Crepúsculo é processado por racismo e perversão sexual

Após mais de um ano desde o lançamento do último filme saga Crepúsculo, as produtoras responsáveis pela franquia, Lionsgate e Summit, receberam um susto. 

Crepúsculo – que teve cena extra divulgada na Internet – tornou-se alvo de um processo inusitado! Between the Lines Productions, estúdio por trás da paródia TwiHarder, entrou com uma ação judicial acusando a franquia de perversão sexual e racismo. 

No processo, segundo o site The Wrap, o estúdio da paródia diz que Crepúsculo coloca como ponto central a “luxúria e eventuais relações sexuais entre uma garota de 17 anos, a humana Bella Swan (Kristen Stewart), e um personagem masculino, o vampiro Edward Cullen (Robert Pattinson), que tem quase 100 anos a mais”. 

Sobre a acusação de racismo, Between the Lines relata: “Estereótipos unidimensionais sobre nativos norte-americanos e a cultura indígena, por meio da representação do personagem Jacob Black como um ‘bom selvagem’, ‘guerreiro sedento por sangue’ e ‘predador sexual’. E enfatiza hierarquias sócio-políticas e poder económico baseadas na cor da pele em vez de traços de personalidade ou realizações”. 

O filme, que uniu Robert Pattinson e Kristen Stewart como protagonistas da saga e consequentemente namorados na vida real, também foi acusado de retratar a violência doméstica.

Depois da surpresa nada agradável, os fãs de Crepúsculo devem estar pensando: “se eu posso com uma coisa dessas”. 

A Between the Lines já tinha processado os estúdios de Crepúsculo anteriormente, pedindo US$ 500 milhões pela suposta sabotagem de TwiHarder. No dia seguinte da acusação, a produtora desistiu voluntariamente do processo.

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