2.9.13

Fanfiction "Live without Life" - 29º Capitulo

Olá boa noite a todos!

Hoje temos novo capítulo de "Live without Life", a continuação da fanfic "Blue Moon" de Tânia Dias. 
Irá ser postada também as Segunda-Feiras, por volta das 21h00.

TÂNIA POV 

- Quem quer vir numa caçada? – Perguntei. O meu irmão ao ouvir a minha voz levantou-se num salto, e veio-me abraçar com cuidado, devido a minha aparência. 

- Sentes-te bem? – Colocou uma madeixa do meu cabelo atrás da orelha, e eu tive que reprimir as lágrimas pela lembrança que me trouxe. Toda a gente me veio abraçar, quando veio a Jane ela falou: 

- Eu adoro o meu irmão, mas ele não esta em si, tenho a certeza, ele gosta muito de ti. E eu reprovo completamente o que ele está a fazer. – Quando ela disse a grande mentira: ´´ Ele gosta muito de ti ´´, tive que me segurar no Ian. 

- Preciso mesmo, mesmo de ir caçar alguém que vir. 

- Eu vou. – Disse imediatamente o meu mano. 

- Eu também. – Falou a minorca da Alice. 

- Então vamos. – Avançamos para a porta mas eu parei e olhei para trás. – Agradeço muito tudo o que tem feito por nós, e sei que não tenho retribuído. Vocês são a família que eu perdi há algum tempo atrás, ADORO-VOS. – Sorri, e depois saímos. Não resisti e matei 4 ursos e 7 alces, estava muito sedenta. A minha pele, o meu cabelo, a minha pulsação, tudo voltou ao normal quando fiquei saciada. 
Sentei-me no chão com as mãos a segurar o meu corpo discretamente. 

- Então o que é que eu perdi? – Os dois desviaram os olhos de mim, passado um bocado sentaram-se também, sem falar. 

- Nada de especial, escola, casa, escola, casa. – Disse o Ian. Senti aquele aperto no coração que significava traição. Arfei e tentei manter-me inteira com os braços. 

- Eu vou matá-lo. – Rosnou o meu irmão. 

- Esperem. – Olhei para a Alice. – Já olharam para o Alec? Está diferente. 

- Está apaixonado. – Resmunguei. 

- Não é isso! Os olhos dele, reparem nos olhos!

- Eu não vi nada de mais, apenas um rapaz sem cérebro. – Falou o Ian. 

- Eu vi os olhos dele não estão dourados, nem vermelhos, tem uma cor esquisita. – Explicou Alice. 

- Se calhar é a falta do cérebro. – Resmungou o meu irmão. 

- Ou um feitiço. – Falei sem pensar. – Se fosse um feitiço eu tinha-o cheirado. 

- Podia estar encoberto. – Tentou Alice. 

- Não cada feitiço tem o seu cheiro, eu poderia senti-lo. – Falei sem qualquer esperança. – Não tentem inventar desculpas, a verdade é que me iludi, agora só tenho de superar. – Levantei-me e virei-me para ir embora. A Alice passou a mão pela minha cintura, fazendo-me parar. 

- Já passei pelo que tu estás a sentir. Sim eu, e ainda era pior porque eu não conhecia o Jazz, apenas sabia que o amava. Se eu fosse a ti, levantava o rabo do chão, tomava um banho, arranjava-me e ia falar com ele. Descobre o que realmente se passa. Uma coisa só capaz de te dizer o Alec era capaz de se matar por ti, dava a vida dele pela tua. – Uma lágrima desceu pela minha face e eu limpei-a rapidamente. Abracei-a. 

- Adoro-te minorca. - Quando me endireitei ela abraçou-me a cintura e o meu irmão passou o braço por cima dos meus ombros. E foi assim que fomos para casa. Estanquei perto de casa, dilatei as narinas. – Ele esta lá dentro. – Disse entredentes. 

- E? A casa também é tua. – Disse o Ian. 

- Ela ainda não está pronta para o enfrentar. – Murmurou Alice. 

- Também é isso, mas eu não estou apresentável. 

- Entramos pela janela. – Disse o Ian. - Deixem-me subir primeiro para desactivar o feitiço da janela. – Falei levitando, abri a janela e retirei o feitiço. Em segundos os dois já cá estavam. – Fiquem se quiserem. – Falei e entrei para a casa de banho. 

- Deixa estar que eu penteio-te. – Sentei-me na cadeira enquanto a Alice passava a escova pelos meus cabelos. – Já está. – Anunciou. 

- Tens a certeza? – Perguntei. 

- Absoluta, fala com ele. – Dirigi-me a janela e voltei a tranca-la com um feitiço. Respirei fundo e seguia até a sala. Sentei-me entre o Ian e a Alice. Ela olhou-me com um olhar que dizia ´´ Fala ´´respirei fundo. 

- Preciso de falar contigo Alec. – Falei com a voz inexpressiva, levantei-me e ouviu seguir-me. Também ouvi o aviso do Ian em italiano, para só ele entender: 

- Il male io ti ucciderò (Se a magoares eu mato-te) – Ignorei e segui o meu caminho.

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Para a semana há mais!

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