26.8.13

Fanfiction "Live without Life" - 28º Capitulo

Olá boa noite a todos!

Hoje temos novo capítulo de "Live without Life", a continuação da fanfic "Blue Moon" de Tânia Dias. 
Irá ser postada também as Segunda-Feiras, por volta das 21h00.

Desconhecido POV 

- Como te chamas?

- Meredithe.

- O que desejas ter minha querida? – Perguntei À humana, que eu vi querer o Alec Ex Volturi, agora Cullen. Que eu vi gostar da Mania Salvatore, irmã do Ian Salvatore, o Ian…
Vai pagar por tudo o que me fez, e a melhor forma de afectar o Ian é afectar a irmã.

- Eu quero o mais lindo de todos. – Disse, eu enfeiticei-a para que confiasse em mim. – O Alec Cullen.

- Eu posso dar-to. – Ronronei.

- O que queres em troca?

- Apenas que sirvas de minha refeição neste momento. Não sentirás dor nenhum, e logo estará normal.

- O Alec, o mais lindo, vai ser meu?

- Sim. - Então podes tomar de mim o que quiseres. – Fiz um corte com uma faca no pulso dela, tocando no pulso dela apenas com os lábios, bebi. Quando já chegava, com um bocadinho do meu poder extra fechei o corte. – Já te paguei, agora retribui. – Eu sorri.

- Poe este batom nos lábios, está enfeitiçado, assim que os teus lábios tocarem os dele, ele será todo teu.

- Entreguei-lhe o bato e depois de ela o colocar ele evaporou-se. Depois desapareci. Eu escolho as pessoas com cuidado, aquela menina ali tem um bom dom de ilusão, só preciso de o treinar.

TÂNIA POV 

Arranquei outra árvore pela raiz e desfi-la entre os meus dedos. Respirava com dificuldade.

- QUE NERVOS! – Gritei. Corri até casa, não entrei pela porta mas sim pela janela do meu quarto. Tranquei a porta com um feitiço, e fiz o mesmo com todas as janelas do quarto, corri as cortinas, enfeiticei as paredes para que ninguém pudesse entrar, depois de tudo feito sentei-me no canto mais afastado da porta.
Eu vibrava ligeiramente devido ao fogo que queria sair das minhas mãos, aposto que também estou a brilhar. Dobrei os joelhos rodeando-os com os braços, escondi lá a cara. As lágrimas começaram a cair livremente. Um buraco enorme tinha sido aberto no meu coração. Aqueles braços que pareciam encaixar perfeitamente à minha volta, abraçavam agora outra. Aqueles lábios perfeitos, pertenciam a outra. Era tudo da aquela loira oxigenada.

- Pensa Tânia, não tens nada bom em ti, ela tem tudo. – Disse uma voz na minha cabeça. Isso é verdade, desde aquele corpo de dar inveja a qualquer um, aquele rosto que parece criado por um deus. Ela é perfeita, eu não, o Alec é perfeito logo, fica com a pessoa perfeita. Mesmo com toda esta lógica as lágrimas não pararam, os soluços não pararam. Passado o que pareceu um eternidade ouvi vozes, não mexi nenhum musculo.

- Abre a porta. – Foi o meu irmão que falou. Eu não disse nada, continuei no meu canto.

- Ego occidere combure te tamquam (Eu vou matar aquele vadio por te fazer ficar assim) – Rosnou, continuei imóvel, mas desta vês respondi

- Et non est iniquitas (A culpa não e dele é minha) – Murmurei entre dentes.

- Habeo agere fallit (Iludi-me agora tenho de lidar com isso)

- Aperit ostium (Abre a porta). – Pediu.

- Non solum quid (Não preciso de estar sozinha).

- Omnes volo ad auxilium soror (Só te quero ajudar irmã).

- Ita me adepto in mea mundi...Tuta a omnia et omnes ... Non loqui ad eum aut vel cum quis. Dissimulabo me paululum (Então deixa-me ficar no meu mundo...Protegida de tudo e todos...Não fales com ele nem com ela nem com ninguém. Finge que eu não existo por um tempo).

- Non promittere aliquid. (Não prometo nada). – Resmungou e ouvi os seus passos a afastarem-se. Só falava-mos latim para que ninguém nos compreendesse. Pois e a língua das bruxas e bruxos.

- Non superesse. – Murmurei para mim própria, mas é que não vou mesmo conseguir superar. Voltei ao meu estado de choro e soluços e de imobilidade.
Durante dias, vinha sempre alguém a minha porta tentar abri-la, e tentar fazer-me abri-la. Eu falava sempre em latim. Veio toda a gente, menos ELE. Passaram duas semanas e dois dias. Não me mexi nem um milímetro desde aquele dia. A minha pele estava mais cinzenta, a batida do meu coração mais fraca, e já quase que não tinha sangue nas minhas veias. Não me alimentava a três semana e isso já se notava no meu corpo. Mas pouco ou nada me importei continuei com o meu jejum de tudo. Ao fim da terceira semana, já só continuavam a vir o Ian, a Alice, a Nessie e a Bella. Passava um mês que eu estava assim, o sangue já era tão pouco que doí a passar pelas minhas veias. Praticamente não respirava, a minha pele parecia a de uma estátua muito velha. Isto não é atitude Tânia Salvatore! Levanta o traseiro do chão e vai caçar. Olhei lá para fora é meio da noite.
Estão todos em casa, posso mostra-lhe que fui uma idiota em estar assim e que tudo passou. Mas não passou, pois não Tânia? Mas ele não tem de saber. Levantei-me e os meus músculos todos estalaram. Soube bem-estar de pé outra vez. Respirei fundo e abri a porta. Desci as escadas e toda a gente tinha cara de enterro.

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Para a semana há mais!

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