8.7.13

Fanfiction "Live without Life" - 21º Capitulo

Olá boa noite a todos!

Hoje temos novo capítulo de "Live without Life", a continuação da fanfic "Blue Moon" de Tânia Dias. 
Irá ser postada também as Segunda-Feiras, por volta das 21h00.


TÂNIA POV 

Pela maneira como tudo se desenrolou a seguir, ela estava a usar o escudo para proteger os pensamentos dela e do Jacob. Foi tudo muito rápido, o Edward passou-se, e tentou atacar o Jacob. Este transformou-se, no mesmo segundo a Rosalie, a Alice e a Jane (o que me surpreendeu), afastaram a Nessie do caminho e puseram-se a sua volta a protege-la. O meu irmão colocou-se ao meu lado, o Esme estava num canto e chorava baixinho. Os Cullen ´´machos´´ tentavam prender o Edward, inutilmente porque ele era mais rápido e esquivava-se sempre, e o Jacob apenas de desviava dos seus golpes, estão a destruir a casa toda. A Bella estava paralisada no meio daquilo tudo, não se mexia nem 1cm. Eu ia pôr-me a frente mas o meu irmão agarrou-me o braço, e quando o Edward estava a cm de morder o Jacob, caiu inerte no chão. Primeiro olharam para nós, mas eu sabia para quem devia olhar. Alec, quando todos olharam para ele, encolheu os ombros.
O Emmett segurou o Edward e tirou-o de casa com a Bella atrás. O Jacob saiu com uns calções que a Esme lhe deu para se ir vestir. Nessie esta a chorar agarrada a Rose. Fui até a beira dela e abracei-a.

- Então não se chora. – Disse, fazendo-a sorrir. – Parabéns. – Felicitei-a.

- Obrigado. – Agradeceu, soltei-a e afastei-me para o lado para os outros a puderem felicitar. O Jacob entrou pela porta e eles seguiram para lá para cima com o Carlisle. Fiz um sinal que ia para o quarto dormir, e subi. Dramas de família que não tem nada haver comigo. Tranquei a porta vesti um pijama rapidamente e deitei-me debaixo dos cobertores. Estava na escola, ou melhor no jardim de trás da escola, onde passeei com o Alec na noite do baile. Andava sozinha por lá, senti uma mão no meu ombro e virei-me. Era o Ricardo, ele agarrou-me pela cintura, e puxou-me contra o seu corpo, não me conseguia mexer, agarrou a minha cabeça e aproximou os meus lábios dos dele, estavam quase a tocar-se. Senti o cheiro dele ao mesmo tempo que ouvi um sussurro que mais pareceu um rosnado:

- Não. - Vinha da voz DELE. Soltei-me dos braços do Ricardo, e virei-me para ele. Estava a uns metros de nós, com os braços ao longo do corpo e os punhos cerrados com tanta força que se conseguia ver os tendões, por baixo da pele branca dele.

- Alec… - Sussurrei mas ele já tinha virado costas e começado a sair, o meu coração ficou apertado. Sem me importar com as aparências, corri na minha velocidade até a beira dele. Puxei para mim, fiquei a agarrar-lhe os braços para que não fosse embora.

- Solta-me – Exigiu, e eu apertei-o mais contra mim.

- Alec… - Repeti, o que digo? Afinal, ele apanhou-me a quase beijar um humano que eu tinha dito que não era nada para mim… Embora eu esteja a gostar que ele tenha ciúmes, não entendo o porquê…

- Vai ter com o Ricardo. – Cuspiu o nome dele. – Desculpa ter interrompido. – Ele tentou-se livrar dos meus braços, prendi-o pela cintura, usando toda a minha força para manter imóvel.

- Pará. Alec porque é que estás assim? – Que pergunta mais estúpida.

- Ainda não entendeste? – Perguntou irritado, parou de se tentar soltar e olhou para mim.

- Não entendi o quê? – Quando vi que ele não ia fugir, soltei-lhe a cintura. Antes de responder, colocou um braço à volta da minha cintura e puxou-me para si, o movimento foi tão repentino que fiquei sem ar.

- Que eu preciso de ti… Raios Tânia! – Gritou. – Eu preciso de ti! Eu desejo-te com todas as partículas do meu corpo. Não me interessa mais nada a não seres tu! Só sei que cada vez que me tocas choques percorrem o meu corpo, a minha pele fica toda arrepiada, desejo o contacto da tua pele na minha como nunca desejei nada na minha existência. – Falou frustrado, eu olhava para ele, pasmada. Eu queria falar mas ele continuou:

- O teu sorriso…O teu sorriso faz-me sorrir também, enche-me o coração de alegria. Eu perco-me quando olhos nos teus olhos. Ás vezes, parece que os teus lábios me chamam… Está-se a tornar cada vez mais difícil de lhes resistir. Primeiro aquela vez na festa da Alice, em que bastava ter inclinado ligeiramente a cabeça… - A voz dele perdeu-se. – Depois quando usei o meu dom em ti, e estavas indefesa, não sentirias nada… E por fim a ultima vez, a beira do rio, onde tive que fingir, que aquele abraço não foi nada. Não sabes como foi difícil no rio, durante a massagem resistir a virar-me e…

- Alec…

- Estava tão confusa, mas ao mesmo tempo tão contente… - Deixa-me acabar. Queria que sentisses o mesmo… Mas quando olho nos teus olhos, não vejo desejo nenhum… - Que enganado que estás, pensei.

- Alec! – Gritei. – Podes ouvir-me um segundo? Estás enganado. – Afirmei.

- Ah?

- Não há nada que eu quisesse mais nem neste mundo, nem no outro, do que sentir os teus lábios nos meus, passar as minhas mãos pelo teu cabelo. Sentir o teu corpo perfeito contra o meu. Quando me tocas os choques e arrepios que percorrem o meu corpo são tão grandes que eu tenho de usar toda a minha força para que ninguém note. E tu se soubesses os meus pensamentos… - Calei-me, não sei como tive coragem de dizer isto, respirei fundo e olhei-o nos olhos. Ele tinha os olhos fixados em mim, não tenho a certeza mas acho que vi desejo nos seus olhos.

- Tânia… - Sussurrou com o olhar fixo nos meus lábios. Estava completamente presa no seu braço, não podia fugir, desaparecer, nem mover-me, quer fosse para me aproximar, quer fosse para me desaproximar.

- Sim? – Acho que ele não me chamou… Estava bem ciente do braço dele a minha volta, nos nossos corpos próximos.

- Raios! – Voltou a gritar, soltou-me de repente e eu quase que caí. Mandou um soco a parede, deixando a marca do seu punho lá. Nesse mesmo instante pus-me ao seu lado, com uma mão no seu braço e a outra no seu punho.

- Pará. – Pedi, debaixo das minhas mãos senti os seus músculos contraírem-se. – Que foi? – Ele girou rapidamente, ficou virado de frente para mim e agarrou-me os braços, tenho que admitir, fiquei com um pouco de receio dele.

- Odeio ver-te com ele. – Rosnou.

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Para a semana há mais!

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