17.6.13

Fanfiction "Live without Life" - 18º Capitulo

Olá boa noite a todos!

Hoje temos novo capítulo de "Live without Life", a continuação da fanfic "Blue Moon" de Tânia Dias. 
Irá ser postada também as Segunda-Feiras, por volta das 21h00.


ALEC POV 

Estava em cima de uma árvore à espera do sinal da Jane. Só a minha irmã mesmo. Revirei mais uma vês os olhos, um hábito que adquiri da Tânia. Eles desapareceram mas eu continuei em cima da árvore, de pé. Apetecia-me ir embora, dar uma volta sozinho, talvez tocar guitarra clássica. Saltei da árvore e aterrei levemente. Havia um bilhete ao lado dela. Sentei-me no chão, e toquei-lhe no ombro. Ela abriu os olhos e agarrou a minha mão.

- Não me pregues um susto desses. – Resmungou e tirou a mão dela da minha. Virou-se para o lado e viu que o Ian não estava. – O meu irmão deixou-me pendurada? – Nem me deixou responder viu o envelope e leu-o. – Já entendi, que queres fazer?

- Apetece-me nadar. – Murmurei. – Mas podemos fazer outra coisa. – Ela levantou-se num pulo, levantando-me com ela.

- Claro, vamos nadar. Mas temos de ir a casa, mudar-nos. Pode ser que alguém mais queira vir. – Corremos até casa em silêncio, chegamos a casa. O Edward tocava piano com a Bella ao lado. A Esme e a Alice liam uma revista de moda. O Carlisle deve estar a trabalhar porque não o ouço, e o Rosalie, o Emmett e o Jasper estavam a jogar.
A Tânia olhou para aquele cenário, sorriu e foi para cima sem perguntar nada a ninguém. Subi também e vesti-me. Desci e esperei por ela. Ela desceu passado um bocado e dirigimo-nos ao meu carro.

- Desculpa ter demorado tanto, estava indecisa. – Falou enquanto nos dirigíamos ao rio.

- Não tem importância. – Respondi. – Chegamos. – Anunciei. Andamos em passo humano até ao rio.

- Que se passa? – Perguntei. Não é normal ela estar tão calada.

- Nada, estava a pensar... – Peguei nela ao colo, a pensar em mandá-la para dentro de água.

- Alec! Outra vez não! – Reclamo, virando-se de frente para mim, entrelaçou as pernas na minha cintura e agarrou-se firmemente com os braços no meu pescoço. – Se eu for tu também vais.

- Calma, já te larguei. – Disse rindo-me. Tirei a camisa e as calças, fiquei só com o calção de banho. Quando olhei ela também só tinha o bikini.

Embora não seja a primeira vez que a vejo de bikini, a sua beleza admirou-me mais uma vez. Ela sorriu e pegou em mim. Miúda forte. 

- Tânia…

- Não me deu tempo para dizer mais nada, atirou-me para dentro de água. Saltando de seguida. – Vais ter a desforra. – Avisei, avançando para ela.

- Alec, pronto chega, estamos quites. – Peguei nela pela cintura, depois caímos os dois, porque as minhas forças falharam de tanto rir. – Pronto já te divertiste? – Perguntou rindo-se também. Sentou-se na margem do rio com os pés dentro de água.

- Posso-me divertir mais, por agora já. – Disse com o meu melhor sorriso na cara. Ela revirou os olhos mas ficou seria.

- Preciso de te contar uma coisa. – Vem aí coisa mal, pensei.

- Conta, sabes que podes confiar em mim.

- Acreditas que já ninguém acredita na amizade, entre uma rapariga e um rapaz?

 - Acredito.

- Sabes dos filmes do meu irmão? – Assenti. – Pronto hoje perguntou-me se gostava de ti.

- A ti também?

- O meu irmão perguntou-te alguma coisa?

- Não. A minha irmã é que me perguntou.

- Ah. – Suspirou aliviada.

- E o que respondeste? – Perguntei.

- Que sim. – Ela gosta de mim? Não sei o que senti. – Gosto de ti como amigo. – Mais uma vez não sei que eu senti, não sei se foi alívio ou dor. – E tu?

- Que era-mos apenas amigos, nada mais.

- Sem dúvida temos uma família crazy. – Ela disse e rimo-nos os dois. – Não é só a nossa família que acha isso. – Sussurrou. Arqueei a sobrancelha.

- Quem é que te perguntou?

- O Ricardo. – A fúria cruzou os meus olhos, mas logo desapareceu. – Antes que perguntes eu disse-lhe a mesma coisa.

- Hum… Ainda não te agradeci. – Falei sentando-me a beira dela. – Por me teres deixado dormir outra vez.

- Ah não agradeças. Se não fico aqui o dia todo a agradecer-te. - Disse. – Falando nisso devo-te uma massagem.

- Não deves nada. – Falei sentando-me a beira dela. Ela olhou para mim com o seu olhar: ´´ eu é que mando´´

- Eu disse que devo e vou-te fazer uma massagem. – Fez aparecer um lençol no chão. – Deita-te ali, de barriga para baixo. Obedeci e pousei a cabeça nos braços.

- Isto é ridículo, eu fiz-te a massagem para te aliviar a dor no teu pescoço, e porque eu quis.

- Pronto eu agora vou-te fazer uma massagem porque quero. – Falou.

- Oh ta bem. – Resmunguei. Pelo canto do olho via fazer aparecer frascos de cremes. Revirei os olhos. Com um dedo delineou os músculos das minhas costas, enviando choques pelo meu corpo todo. Ouvi o riso dela levantei uma sobrancelha, embora ela não visse.

- Ficaste com pele de galinha. – Falou com um sorriso na voz.

- Se eu te aleijar diz. – E recomeçou a massagem. Deitou um creme qualquer que cheirava a mar, nas minhas costas. Fechei os olhos e aproveitei a sensação das mãos delicadas dela, nas minhas costas. As mãos a passear leve e livremente nas minhas costas, era uma sensação inexplicável. Como adoro o facto de sermos bruxos, fazer com que isto aconteça comigo. Tive de agarrar a toalha com ambas as mãos para não me virar e lhe dar um beijo. Mas que raio? Porque raio é que estou a pensar nisso? Abanei ligeiramente a cabeça, aquela conversa com a minha irmã afectou-me só pode. Afinal eu não posso estar apaixonado pela Tânia…

 -----------------------------------------------------------------------------------------

Para a semana há mais!

Sem comentários: