27.5.13

Fanfiction "Live without Life" - 15º Capitulo

Olá boa noite a todos!

Hoje temos novo capítulo de "Live without Life", a continuação da fanfic "Blue Moon" de Tânia Dias. 
Irá ser postada também as Segunda-Feiras, por volta das 21h00.


TÂNIA POV 

Existe amigo mais perfeito? Atura as minhas maluquices, as minhas mudanças de humor. Está sempre aqui para me ajudar… O Alec é mesmo perfeito. Parei de dançar, tirei os braços de volta do seu pescoço. Fiquei completamente quieta a olhar para ele. 

- Que foi? – Perguntou preocupado. Olhando para trás. 

- Nada calma. – Acalmei-o. – Só me apeteceu parar. – Na verdade não sei o que é que me deu. – Podemos dar uma volta pelo jardim? – Perguntei. 

- Claro. – Começamos a andar, pelo jardim de trás da escola, estava tudo iluminado. Passeamos em silêncio, ambos tínhamos as mãos caídas ao lado do corpo, eu queria pegar na mão dele, mas seria estranho, quer dizer já o fizemos muitas vezes mas aqui, no baile da escola era diferente. 
Para além de irmos parecer namorados e se alguém nos visse iria espalhar o boato. Tenho medo do toque dele, não é medo tipo medo que ele me magoe, mas sim dos choques que percorrem o meu corpo, sempre que eu toco nele. Eu sei que ainda a bocado estava agarrada a ele, mas é diferente, havia gente à nossa volta, aqui não há. E eu não posso destruir a minha amizade com ele por causa dos idiotas dos meus poderes. 

- Em que tanto pensas? – Perguntou. 

- Nada de especial. – Vi um banco perto de nós e caminhamos até lá. Sentei-me a observar a lua nova. 

- Estás diferente o que é que se passou? – Perguntou, virei os olhos para ele. 

- Estou? 

- Sim, não te faças despercebida. 

- É impressão tua. – Assegurei. 

- Vou fingir que é. – Disse e eu ri-me. – Isto aqui até que é bonito. 

- Sim. – Conseguia-se ouvir a música que vinha dos altifalantes, tocava uma música lenta. – O Ian vai ter um ataque. – Disse mais para mim do que para ele, e comecei-me a rir. 

- O teu irmão tem medo que eu te magoe? Ou é mesmo só ciúmes? 

- Acho que é metade, metade. É protector de mais. Enfim é o meu irmão. – Começou a tocar a música Thousand Years, da Christinna Perri. – Adoro esta música! – Saltei do meu lugar. – Danças comigo? – Pedi. 

- Claro. – Ele fez-me girar e eu ri-me. – Afinal sempre te sabes divertir. 

- Quem disse que não sabia? – Perguntei. 

- Andas sempre, tão seria, tão...preocupada com tudo. – Não sabia que ele tinha reparado. 

- Vai te habituando, eu sou bipolar. 

- Já me habituei. – Disse e riu-se. Dei-lhe uma tapa na cabeça. Abracei-o e ele abraçou-me, continuamos a abanar-nos de um lado para o outro. Enterramos a cabeça no pescoço um do outro. E começamo-nos a rir. 

- Vou te contar um segredo. – Disse eu de forma dramática. 

- Diz. – Sussurrou. 

- Eu… ADORO-TE – Sussurrei. 

- Eu também te adoro. – Sussurrou, e eu fiquei muito, mas mesmo muito contente. 

- Eles querem ir embora estão à nossa procura. – Disse e larguei com relutância. 

- Vamos. – Fomos de braço dado ter com a nossa família (como é com dizer a palavras família).

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Para a semana há mais!

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