20.5.13

Fanfiction "Live without Life" - 14º Capitulo

Olá boa noite a todos!

Hoje temos novo capítulo de "Live without Life", a continuação da fanfic "Blue Moon" de Tânia Dias. 
Irá ser postada também as Segunda-Feiras, por volta das 21h00.


ALEC POV 

Ai que raiva que me dá vê-la a dançar ele, ele só se importa com a beleza dela. Mais nada, é só mais um daqueles meninos populares, que tem que ter a miúda mais linda da escola.

- Olá! – Virei-me para trás e vi uma rapariga loira, alta com um grande sorriso na cara.

- Oi. – Disse simplesmente.

- Eu sou a Meredithe, vi-te aqui sozinho e pensei que quisesses dançar comigo. – Olhei para ela e avaliei-a de alto a baixo, era mais uma daquelas raparigas que os humanos achavam bonitas, e que tinha a mania. Sorri.

- Claro. – Fomos para a pista de dança e eu conduzi-a durante duas músicas. De vez em quando ela dizia qualquer coisa que era, suposto ser engraçado e eu fazia um sorriso.

- Prometi que dançava com a minha irmã. – Disse.

- Ah não faz mal. – Afastei-me dela, e procurei pela Tânia, que já não dançava com aquele rapaz, porque ele estava a dançar com outra rapariga. Ou pela minha irmã que dançava com o Ian. Então comecei a procurar pela minha companhia, e dessa maneira também fugia da Meredithe. Encontrei numa cadeira sentada com os cotovelos apoiados nas suas pernas, e o queixo pousado nas suas delicadas mãos. De delicadas não têm anda, são capazes de partir um osso de um vampiro em segundos.

- Ei! – Chamei baixinho. Ela virou a cara devagar.

- Oi. – Peguei numa cadeira e sentei-me a beira dela.

- Então, abandonas-te ou foste abandonada?

- Abandonei. – Sussurrou. Peguei na mão dela e arrastei-a cá para fora, onde havia um pequeno arco feito de flores e luzes iluminavam aquele lugar, aqui fora a música que tocava, tinha sempre um ritmo lento. Ela está com uma carinha triste. Fiz-lhe uma vénia, daquelas antigas.

- A menina dança? – Ela sorriu e pegou na minha mão, começamos a dançar.

- Como se chama a amiga? – Perguntou, olhei para ela, ela encarava o vazio.

- Que amiga?

- A loira.

- Ah! Meredithe. – Olhei para a cara dela, mas o rosto continuava inexpressivo. – Já te disse que estás muito bonita? – Ela corou instantaneamente.

- Já te disse que és um idiota? – Resmungou, rindo-se. Coloquei-lhe um caracol que estava a frente do seu rosto atrás da orelha.

- Estou a falar a serio. – Sussurrei. – Nunca acredites no contrário. – Ela pôs os braços a volta do meu pescoço, enterrando lá a cara.

- Jura-me que acima de tudo serás sempre meu amigo. – Abracei o corpo dela. Mas que raio?

- Claro que vamos. Onde foste buscar essa ideia? – Os choques voltaram a percorrer o meu corpo.

- Mesmo que raparigas lindas se metam no meio? – Raparigas bonitas? Mas que r… AH! A Meredithe! Apertei-a mais.

- Eu não vi nenhuma rapariga linda. – Afirmei.

- Aí não? – Falou, ainda com a cabeça no meu pescoço. – E aquela loira?

- Que tem? Não é linda.

- É sim. Tem um corpo perfeito, um rosto perfeito…

- Eu só vi uma pessoa normal. – Levantei-lhe o rosto e obriguei-a a olhar para mim. – Aquilo não pode ser considerado beleza quando comparado a ti. – Ela ficou vermelha.

- Estás a ser idiota. – Murmurou, voltando a esconder a cara no meu pescoço.

- Eu não, tu é que estás a ser. Já te viste bem ao espelho? És linda, para não dizer perfeita.

- Não sou nada, sou tudo menos perfeita.

- Vamos mudar de assunto? – Perguntei, não me apetecia nada discutir com ela por parvoíces.

- Ta bem. – Continuava com o rosto no meu pescoço.

- Estás-te a divertir? – Perguntei, tentando distraí-la.

- Sim. – Levantou a cabeça do meu pescoço, e começamos a dançar mais normalmente.

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Para a semana há mais!

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