17.9.12

Fanfiction "Blue Moon" - 21º Capítulo


Olá boa noite.


Mais uma capitulo de Blue Moon, desta vez o vigésimo primeiro. Aproveitem!

Como sempre será postada todas as Segundas-Feiras por volta das 21h00.



Sinopse: 
As intenções dos Volturi foram reveladas Guerra entre clãs anunciada 
O amor de Nessie é disputado 
Quem irá ganhar o seu amor? 
Jake o lobisomem ou Alec o vampiro? 
Que clã sairá vivo?

20º Capitulo

- Repete lá isso? Eu tento compreender esta coisa toda dos bruxos, mas não achas que já querem que eu faça coisas de mais?

- Se o que eu estou a pensar resultar não vai precisar de treinar mais nada, isso vai te ajudar o suficiente na batalha, mais os teus dotes de luta…

- Devias de experimentar era bom…e sempre treinavas a mente. Logo o teu dom mental. – Afirmou Alec.

- Ta bem. Ta bem. – Neste preciso momento chegou Ian com a maioria da minha família. O tio Emmett dava pulos de excitação. – Mas depois de eu dominar isto.

- Então a minha ursinha quer se tornar mais forte que eu?

- Claro que não ursão! Eu quero é conseguir que não te mates.

- Que gracinha – Gozou ele.

- Bem então é assim – Continuei. – Vocês tem de me ir atacando de surpresa, para ver se eu consigo me proteger como fiz com o meu pai. Mais uma coisa Jacob encosta para canto que não vais participar.

- Mas… - Começou ele, mas eu não o deixei terminar.

- Mas nada. Tu podes te magoar a serio. Por isso dá meia volta e vai para casa.

- Olha até apareces o meu paizinho. Eu vou ficar e ajudar-te. – Porque é que ele tem de ser tão teimoso?

- Eu disse que vai para casa. – E avancei. Ouvi o meu ti Emmett falar:

- Igualzinha ao pai. Mandona. – Não sei porque mas aquelas palavras fizeram-me ficar furiosa. Mas senti uma enorme força. Virei-me para ele furiosa, abanei as mãos e ele andou no ar de um lado para o outro. Até que o deixei cair. De pois voltei-me para o Jacob.

- Para casa. AGORA! – Comecei a levitar, mas nem liguei. – Vai antes que eu te obrigue a ir. – Rosnei.

- Nessie estás me assustar a serio. – Falou.

- Então desaparece Jacob. - Não.

- Eu avisei-te. – Coloquei as mãos para a frente e ele voou em direção a casa. Depois eu caí. E fui segurada por uns braços forte e gélidos. – Obrigado.

- Descansa princesa. – Falou a voz mais linda do mundo…a do meu pai. – Eu vou te levar para casa. Eu adormeci…

Ponto de vista da Tânia

Enquanto eles levavam a Nessie para casa eu e o Ian ficamos na floresta… Sentimo-nos melhor cá e também mais uma vez, precisamos de conversar. Eu e o meu irmão somos muito chegados e precisamos sempre de um tempo para os dois conversarmos.

- Eles ainda vão pensar que somos malucos, estamos sempre a ter ´´momentos de irmãos´´ - Falei.

- Eles que pensem o que quiserem. Como irmãos gémeos, e chegados que somos precisamos, destes momentos para nos sentirmos bem.

- Isso também tens razão Ian. Mas passando a assuntos sérios o que te deu para atacares o Alec? – Inquiri. Eu estava furiosa mas sempre fui boa a encobrir os meus sentimentos e pensamentos.

- Eu simplesmente não gosto daquele… - Eu interrompi-o.

- Tu vais te comportar? Eles são como uma família para mim, embora estejamos com eles á pouco tempo. E lembra-te que se não fosse o Alec nós tínhamos morrido, não estávamos aqui agora. Pensa nisso antes de voltares a fazer uma porcaria como aquela de tarde. - Tou a levar um sermão da minha maninha? – Gozou.

- Isto não é nenhuma brincadeira – Gritei frustrada. – Eu não te posso perder! O Alec podia-te ter morto. Eu não ia suportar! Mas também não o ia matar! Nem a ele nem a ninguém daquela família!

- Não achas que estás a ser melodramática Tania?

-Não! Vocês podiam se ter magoado seriamente! E eu não ia suportar essa dor entendes? Promete-me que foi uma vez sem exemplo. – Tenho a certeza que se ainda pudesse chorar assim o estaria a fazer.

- Não fazia a ideia que tinhas ficado assim mana. – Disse, desta vez a falar a serio – Prometo que não volta a acontecer. – Dei-lhe um grande abraço.

- Obrigado Ian! You are the best brother ever (tu és o melhor irmão de sempre)

- Eu sei. – Sorriu e eu dei-lhe com a minha mão na cabeça. – E porque é que te preocupas tanto com o Alec maninha?

- Eu não me preocupo com ele – Disse rapidamente. – Eu simplesmente acho que ambos estamos em divida com ele por nos ter salvo.

- Eh…não acredito nisso mana. - Mas devias de acreditar. Já sabes que eu não minto. – Falei.

- Pois…Tu não mentes, tu omites a verdade. – Bati-lhe na cabeça.

- Cala-te. Queres treinar?

 - Não sei eu já sou tão bom…Acho que podes ir para casa que eu vou ficar só a ver a vista como vampiro.

- Tens a certeza que não queres que eu fique?

- Tenho, eu quero pensar um pouco sozinho.

- Okay. – Dei-lhe um beijo na bochecha e deixei-o sozinho. Quando o meu irmão quer ficar sozinho o melhor e deixá-lo sozinho. Cheguei a casa dos Cullen numa questão de minutos. Este dia ainda não acabou, e promete ser muito longo. Primeira missão pedir alguém que me ensine a lutar. O melhor da família é o Jasper mas ele não está em condições de ensinar ninguém. As outras opções serão.
Emmett a força bruta da casa, Edward o ágil, Alec o Volturi embora não tenha a certeza que ele saiba lutar já que depende muito do seu poder. Não tenho a certeza se alguma das raparigas estará apta a

ajudar-me. Abri a porta de casa dos Cullen e entrei. Vamos lá continuar com os pedidos de ajuda.

- Humm… Com licença. – Falei e depois inspirei fundo e continuei. – Posso pedir apenas mais um favor? Alguém poderia me ensinar a lutar? – O meu irmão já tinha aprendido a lutar quando ainda era criança, pelo meu pai, mas e sempre fui considerada muito frágil para aprender, desta vez tenho que aprender e ninguém pode dizer que sou frágil.

- E quem queres que seja. – Perguntou Carlisle - Uma pessoa que saiba lutar.

- Então vou ser a ajudar – Falou Emmett entusiasmado.

- Acho que devo ser eu Emmett – Falou Edward – Tu és pior que um recém-nascido a lutar.

- Sim mas tu lês mentes não vai ajudar! – Retorquiu.

- E se ajudassem os dois? – Sugeriu Esme.

- Por mim pode ser. – Falei rapidamente. Não queria que houvesse disputa entre irmãos por minha causa.

- Pode ser - Responderam ao mesmo tempo.

Seguimos lá para fora. Bem… dizer que estou nervosa é pouco… nunca lutei com ninguém, quanto mais com vampiros que já devem ter matado tanto… Retirei rapidamente esse pensamento da minha mente. Até luto melhor do que esperava, a Bella, tinha encoberto os nossos pensamentos, para o Edwad não fazer batota. Rapidamente aprendi a lutar, mas também rapidamente me cansei de lutar. Não é que eles me magoassem, é só que não sou uma pessoa por natureza violenta. Só as vezes mesmo… Mas isso toda a gente é.

- Posso ir para o quarto que vocês me emprestaram? – Perguntei, afinal a casa não é minha para andar aqui á vontade, eu sou uma mera insignificante aberração que anda por aqui, e que eles esperam que os ajude na batalha em vez de atrapalhar.

- Oh querida, nem precisas de perguntar faz de conta que estás em tua casa. – Falou Esme.

- Por agora esta é a tua casa. – Disse Emmett. As palavras, por agora, entristeceram-me, não sei porque não tenho nada que me ligue á qu´ela casa…

- Obrigado, Com licença. – Falei dirigindo-me lá para cima. O meu quarto fica afastado das escadas, logo passava ainda por muitos quartos… Incluindo o quarto da Nessie, do Jake, que estava com a Nessie a ressonar. Lobos… O os Edward e da Bella, o do Alec, e quando passar o dele estou no meu. Parei… Devia…agradecer-lhe…devidamente…não é? Fiquei por um uns segundo a olhar para a porta do quarto dele… E se ele me odiar por causa do que o meu irmão idiota fez? Respirei fundo. Avancei e bati à porta. A minha mãe sempre disse que é falta de educação não agradecer devidamente qualquer coisa…
Passou nem um segundo antes de ouvir, porém pareceu muito tempo…

- Sim? – Perguntou sem vir à porta.

- Sou eu, a Tânia. – Mas que idiota! Sou a Tânia! É que claro que ele sabe quem eu sou! – O que queres? – Perguntou desta vez ouvi os passos deles a aproximarem-se da porta.

- Posso falar contigo? – Perguntei. Ele fez um gesto para que entrasse, o quarto tinha a estrutura dos outros, uma secretária com um pc, uma cama se casal, e uma porta que dava a uma casa de banho.

- O que queres? – Repetiu ele desta vez com uma nota de aborrecimento na voz. Arrependi-me imediatamente de o ter chateado. ´´Cobarde´´ acusou uma vozinha na minha cabeça. Imediatamente gritei ´´ SHUT THE FUCK OFF´´.

- Desculpa… - Sussurrei, enquanto ele se sentava numa das cadeiras que tinha no quarto, ele pareceu confuso com as minha palavras. – Desculpa pelo o que o meu irmão fez, por te estar a incomodar e por ainda não te ter agradecido correctamente por teres salvo a minha vida e a do meu irmão. – Ele pareceu ter reparado que eu estava em pé, pegou uma cadeira e rapidamente a colocou á beira da dela, de frente para ele. Lentamente fui me sentar.

- Isso foi inesperado. – Falou e depois riu-se, mais para si do que para mim, mas mesmo assim pode-se considerar riso. – Bem…em relação ao teu irmão…esquece, a culpa tambem foi minha, na verdade nada tinha acontecido se eu não tivesse falado. Por isso esquece. Por me teres incomodado…bem é uma parvoíce pedir desculpa, e não sei a que ter referes quando falas em agradecer devidamente.

- Bem neste caso eu talvez fique tu escrava… ou… ajoelhar-me e dizer-te mil vezes obrigado. – Dei-lhe um grande sorriso, embora qual quer das duas fossem embaraçosas permitiam-me ficar tempo com ele, e ainda melhor falar com ele.

- Não precisas de fazer nada disso. – Falou.

 - Explica-me porque não nos deixas-te morrer? E porque não nos mordeste? – Supliquei que ele me fizesse entender. Ele pareceu relutante em contar, mas por fim suspirou e começou.

- Não era justo deixar-vos morrer, é a única coisa que me passou na cabeça quando vos salvei. Agora na questão do sangue…não sei… eu nem tive tempo de pensar. Só sabia que …vos tinha de trazer o mais rápido possível para o Carlisle vos transformar. Ou morriam. Nem pensei. – Aquela vez que ele se enganou na frase deixou-me a pensar. – Olha. Não é que não goste da tua companhia mas não queres ir mudar de roupa? – A voz dele fez-me voltar à terra e olhar para a minha roupa ás tiras e cheias de sangue nem me lembrava que tinha roupa vestida.

- Ah pois é – Disse meio aparvalhada – Depois de me por apresentável, podemos continuar a conversar?
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Para a semana há mais 

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