Peço desculpa por terça-feira não ter postado a fanfic, mas a verdade é que tinha um teste no dia seguinte e tive que preparar tudo para o concerto da Lady Gaga, do dia seguinte! De qualquer das formas, aqui está um novo capítulo.
Boa leitura e comentem :)
4. Edward Anthony Masen Cullen
- Estava enublado, a nevar… e notava-se aquela tão agradável sensação, que a mim não me fazia diferença, das pessoas aconchegadas na sala de espera e pelos corredores do hospital, quando entrei numa das salas de urgências, onde tinha dois pacientes a morrer de febre espanhola. – Recomecei, sorrindo. Reneesme já conhecia a história de Edward enquanto humano, pelo que já deveria saber que era dele que estava a falar. – Elisabeth Masen e Edward Anthony Masen, o teu pai. Avancei até à mãe biológica de Edward, tua avó biológica, visto que era um caso de doença mais grave, e as suas últimas palavras foram-me dirigidas: “Salva-o.” – Disse ela.
Reneesme olhava-me atentamente.
- Não compreendi o que ela quereria dizer com aquelas palavras, ao inicio. “Não o deixes morrer, salva-o” – Repetiu. Mas após ter dito estas palavras, e alguma reflexão minha, compreendi o significado. Ela sabia o que eu era, sabia que eu não era humano. Assenti, considerando a hipótese de, não só, salvar um ser humano, embora não de uma forma totalmente correcta, mas também de não prosseguir uma eternidade, sozinho. Ela faleceu à minha frente, segundos depois, o que me deixou muito abalado. Cerca de algumas horas depois, fui para o meu apartamento, onde planeei tudo e organizei as minhas ideias, acerca de como fazer o que tinha a fazer. Seria fácil entrar e sair do hospital, o pior iria ser aguentar a tentação e o frenesim que me iria dominar durante o tempo em que os meus dentes estariam cravados na pele do teu pai. Saí de casa sorrateiramente, e saltei directamente para a janela do quarto onde Edward estava, abrindo-a com um pequeno ferro que servia para isso mesmo. Entrei, saltando lá para dentro e dirigi-me à cama hospitalar onde ele estava, quase morto. Segundo os meus cálculos, digamos assim, restavam-lhe poucas horas de vida, visto que não estava propriamente num bom estado. Respirei fundo, antes de fazer aquilo que poderia ou não arruinar aquilo que planeara durante vários anos: não matar humanos. E depois, fiz o que tinha a fazer: mordi-o. Ao inicio foi complicado de parar, visto que era a primeira vez que fazia aquilo e que testava o sabor de sangue humano. Mas pensei em tudo aquilo que fizera para lutar contra isso e naquilo que eu não me queria tornar: um monstro. Através desses argumentos, aos quais eu chamo as principais razões, consegui parar, embora por muito pouco. Depois, peguei nele e voltei a sair por onde havia entrado, correndo novamente até ao meu apartamento. Naquela altura, eram tantas as pessoas que estavam a morrer de gripe espanhola, que não dariam pela falta dele. Fiquei cerca de três dias em casa, pedindo-os, dando como desculpa, o falecimento de um parente. E ao fim desses três dias, ouvi a última batida do coração de Edward, ao longe, devido às minhas capacidades vampíricas. Os seus olhos abriram-se, e, tal como eu, soube que mudara, não só fisicamente mas também em outros aspectos. Edward Anthony Masen fazia agora parte dos Cullen.
Reneesme sorriu, provavelmente a tentar imaginar como tudo teria sido.
Quinta-feira há mais! :)
Comentem!!
















































3 comentários:
muito fixe :)
adorei como sempre
continua assim xD
Que fofo!!!
Que venha o próximo!
obrigada, gente (:
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