Hoje é terça-feira, o que significa que há mais um capítulo da fanfiction Pensamento, desta vez o 11º.
Boa leitura!

Depois de a cozinha estar, por fim, limpa e após eu e Reneesme estarmos também, sem uma réstia de farinha, senti Nessie a fechar os olhos de cansaço.
Estávamos por fim, no sofá, a observar a televisão, por onde passavam pequenas relíquias importantes para Reneesme. Isso acontecera. Até agora.
Sorri, vendo o seu sono profundo reflectido nos meus olhos.
Supostamente, iria caçar com Reneesme. Mas seria difícil acordá-la. Por apenas duas razões:
A primeira: Reneesme era realmente uma dorminhoca e não acordaria, até lhe apetecer.
A segunda: Não conseguiria acordá-la. Adorava ver a tranquilidade exposta nos seus olhos, agora fechados.
Sim, Reneesme era quem me dava toda a esperança de vida e de hipóteses até agora. Antes, nada desta simplicidade e amizade inserida em mim, existia.
Antes, era apenas solidão.
Mas isso mudara. Agora havia Reneesme. A minha própria felicidade.
Um pequeno frenesim e um arrepio, ultrapassaram-me.
E nesse preciso momento, a televisão e a luz desligaram-se. Apenas via a escuridade envolta em mim.
Fiquei em alerta.
Fosse o que fosse, não seria normal.
O sol iluminava o dia, lá fora, e o calor preenchia a cidade. Pela primeira vez no ano, estava bom tempo em Forks.
Comecei por pousar um pé no chão, seguido do outro.
Não sabia se seria bom avançar.
Reneesme não podia ficar sozinha no sofá. Não com aquela ameaça pendente na escuridão que ainda inundava a sala.
Mas teria de ser. Ou corria o risco de ser pior.
Levantei-me, mas não me afastei.
Inquietante, pensei.
Depois, apenas senti uma imensa claridade branca reluzente, que preenchia a televisão.
Após alguns segundos, desse acontecimento tenebroso, o ecrã preencheu-se de vermelho.
Mais uma vez, fez-me lembrar a cor do sangue.
A cor do meu alimento.
Rosnei.
Depois, à medida que a tensão aumentava, umas letras pretas começavam a surgir no ecrã, deixando-me surpresa.
Percebi que era apenas uma palavra.
O que me pressionava há uns dias, o verdadeiro inimigo: PERIGO
Era esta a palavra teorizada que ameaçava a minha vida.
E nesse momento percebi que era mesmo real.
Sim, eu corria perigo.
E se eu não fizesse nada, talvez Reneesme ficasse prejudicada, através desse perigo.
Peguei no seu frágil corpo, descalça.
Sem preocupações, corri até à floresta abundante que se encontrava em frente à casa grande.
Entrei na vegetação verde, fugindo acelerada de medo.
Quinta-feira há mais! :)
Estávamos por fim, no sofá, a observar a televisão, por onde passavam pequenas relíquias importantes para Reneesme. Isso acontecera. Até agora.
Sorri, vendo o seu sono profundo reflectido nos meus olhos.
Supostamente, iria caçar com Reneesme. Mas seria difícil acordá-la. Por apenas duas razões:
A primeira: Reneesme era realmente uma dorminhoca e não acordaria, até lhe apetecer.
A segunda: Não conseguiria acordá-la. Adorava ver a tranquilidade exposta nos seus olhos, agora fechados.
Sim, Reneesme era quem me dava toda a esperança de vida e de hipóteses até agora. Antes, nada desta simplicidade e amizade inserida em mim, existia.
Antes, era apenas solidão.
Mas isso mudara. Agora havia Reneesme. A minha própria felicidade.
Um pequeno frenesim e um arrepio, ultrapassaram-me.
E nesse preciso momento, a televisão e a luz desligaram-se. Apenas via a escuridade envolta em mim.
Fiquei em alerta.
Fosse o que fosse, não seria normal.
O sol iluminava o dia, lá fora, e o calor preenchia a cidade. Pela primeira vez no ano, estava bom tempo em Forks.
Comecei por pousar um pé no chão, seguido do outro.
Não sabia se seria bom avançar.
Reneesme não podia ficar sozinha no sofá. Não com aquela ameaça pendente na escuridão que ainda inundava a sala.
Mas teria de ser. Ou corria o risco de ser pior.
Levantei-me, mas não me afastei.
Inquietante, pensei.
Depois, apenas senti uma imensa claridade branca reluzente, que preenchia a televisão.
Após alguns segundos, desse acontecimento tenebroso, o ecrã preencheu-se de vermelho.
Mais uma vez, fez-me lembrar a cor do sangue.
A cor do meu alimento.
Rosnei.
Depois, à medida que a tensão aumentava, umas letras pretas começavam a surgir no ecrã, deixando-me surpresa.
Percebi que era apenas uma palavra.
O que me pressionava há uns dias, o verdadeiro inimigo: PERIGO
Era esta a palavra teorizada que ameaçava a minha vida.
E nesse momento percebi que era mesmo real.
Sim, eu corria perigo.
E se eu não fizesse nada, talvez Reneesme ficasse prejudicada, através desse perigo.
Peguei no seu frágil corpo, descalça.
Sem preocupações, corri até à floresta abundante que se encontrava em frente à casa grande.
Entrei na vegetação verde, fugindo acelerada de medo.
Quinta-feira há mais! :)















































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